Oração à Imaculada Conceição

dezembro 8, 2009 Marcus Deixe um comentário

Imaculada Conceição 2

Ó Virgem, pela tua bênção é abençoada a criação inteira!

O céu e as estrelas, a terra e os rios, o dia e a noite, e tudo quanto obedece ou serve aos homens, congratulam-se, ó Senhora, porque a beleza perdida foi por ti de certo modo ressuscitada e dotada de uma graça nova e inefável. Todas as coisas pareciam mortas, ao perderem sua dignidade original que é de estar em poder e a serviço dos que louvam a Deus. Para isto é que foram criadas. Estavam oprimidas e desfiguradas pelo mau uso que delas faziam os idólatras, para os quais não haviam sido criadas. Agora, porém, como que ressuscitadas, alegram-se, pois são governadas pelo poder e embelezadas pelo uso dos que louvam a Deus.

Perante esta nova e inestimável graça, todas as coisas exultam de alegria ao sentirem que Deus, seu Criador, não apenas as governa invisivelmente lá do alto, mas também está visivelmente nelas, santificando-as com o uso que delas faz. Tão grandes bens procedem do bendito fruto do sagrado seio da Virgem Maria.

Pela plenitude da tua graça, aqueles que estavam na mansão dos mortos alegram-se, agora libertos; e os que estavam acima do céu rejubilam-se renovados. Com efeito, pelo Filho glorioso de tua gloriosa virgindade todos os justos que morreram antes da sua morte vivificante, exultam pelo fim de seu cativeiro, e os anjos se congratulam pela restauração de sua cidade quase em ruínas.

Ó mulher cheia e mais que cheia de graça, o transbordamento de tua plenitude faz renascer toda criatura! Ó Virgem bendita e mais que bendita, pela tua bênção é abençoada toda a natureza, não só as coisas criadas pelo Criador, mas também o Criador pela criatura!

Deus deu a Maria o seu próprio Filho, único gerado de seu coração, igual a si, a quem amava como a si mesmo. No seio de Maria, formou seu Filho, não outro qualquer, mas o mesmo, para que, por natureza, fosse realmente um só e o mesmo Filho de Deus e de Maria! Toda a criação é obra de Deus, e Deus nasceu de Maria. Deus criou todas as coisas, e Maria deu à luz Deus! Deus que tudo fez, formou-se a si próprio no seio de Maria. E deste modo refez tudo o que tinha feito. Ele que pode fazer tudo do nada, não quis refazer sem Maria o que fora profanado.

Por conseguinte, Deus é o Pai das coisas criadas, e Maria a mãe das coisas recriadas. Deus é o Pai da criação universal, e Maria a mãe da redenção universal. Pois Deus gerou aquele por quem tudo foi feito, e Maria deu à luz aquele por quem tudo foi salvo. Deus gerou aquele sem o qual nada absolutamente existe, e Maria deu à luz aquele sem o qual nada absolutamente é bom.

Verdadeiramente o Senhor é contigo, pois quis que toda a natureza reconheça que deve a ti, juntamente com ele, tão grande benefício.

(Das Meditações de Santo Anselmo, bispo – Séc. XII – Liturgia das Horas).

 

Reze com confiança essa oração: Hino do oficio das leituras

Cantando teus louvores, ó pura Mãe de Deus!
Os hinos que entoamos se elevam até os céus.
Do Adão terrestre filhos, nascemos para o mal;

Só tu cremos isenta da culpa original.
Teus níveos pés esmagaram as fauces do dragão,
Ó Virgem concebida em pura conceição.

Florão do estirpe humana, que amparas todo réu:
Ajuda-nos na terra, conduze-nos ao céu.
Esmaga a vil serpente, repele o tentador;

Contigo cantaremos as glórias do Senhor.
Louvor e honra ao Deus trino, que tanto te amou,
Pois já antes do pecado da culpa te livrou!

A vossa proteção recorremos Santa Mãe de Deus. Não desprezais as nossas súplicas em nossas necessidades, mas livrai-nos de todos os perigos ó Virgem gloriosa e bendita.

Fim dos tempos – Palestras do Monsenhor Jonas Abib

dezembro 8, 2009 Marcus Deixe um comentário

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A seção de Podcast do portal cancaonova.com publicou recentemente varias palestras do Monsenhor Jonas Abib sobre a Segunda Vinda de Cristo. Trazemos aqui uma relação das pregações disponiveis no site pra você ouvir. A medida que o site for disponibilizando estaremos postando aqui nesse espaço.

podcastA Geração da Ultima Hora 

Duração: 01:01:14

Pregação de Monsenhor Jonas Abib do ano de 1992 sobre o fim dos tempos.

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podcastA Nossa Libertação está próxima

Duração: 00:04:59

Quando estas coisas começarem a acontecer, cobrai ânimo e levantai as vossas cabeças, porque a vossa libertação está próxima» (Lc 21,28

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podcastEstais preparados pois o Filho do Homem virá – parte 1

Duração: 00:40:24

A vinda do Senhor está próxima. Preparemo-nos para sua parusia. Pregação do Monsenhor Jonas Abib da década de 80. Verdadeira raridade.

A Imaculada Conceição

dezembro 8, 2009 Marcus Deixe um comentário

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08 de Dezembro – Festa da Imaculada Conceição de Maria

No ponto central da história da salvação se dá um acontecimento ímpar em que entra em cena a figura de uma Mulher. Portanto, devia ser também por meio da mulher que a salvação chegasse à terra.

“Na plenitude dos tempos, Deus enviou Seu Filho ao mundo nascido de uma mulher” (Gl 4,4).

Maria foi concebida no seio de sua mãe, Santa Ana, sem o pecado original. Como disse o cardeal Suenens:

“A santidade do Filho é causa da santificação antecipada da Mãe, como o sol ilumina o céu antes de ele mesmo aparecer no horizonte”.

O Senhor antecipou para Maria, a “bendita entre todas as mulheres”, a graça da Redenção, que seu Filho conquistaria com Sua Paixão e Morte. A Imaculada Conceição de Nossa Senhora foi o primeiro fruto da Redenção de Jesus.

Em 8 de dezembro de 1854, o Papa Pio IX declarava "Dogma de Fé" a doutrina que ensina ter sido a Mãe de Deus concebida sem mancha por um especial privilégio divino.

Na Bula “Ineffabilis Deus”, o Sumo Pontífice afirma:

“Nós declaramos, decretamos e definimos que a doutrina segundo a qual, por uma graça e um especial privilégio de Deus Todo Poderoso e em virtude dos méritos de Jesus Cristo, salvador do gênero humano, a bem-aventurada Virgem Maria foi preservada de toda a mancha do pecado original no primeiro instante de sua conceição, foi revelada por Deus e deve, por conseguinte, ser crida firmemente e constantemente por todos os fiéis”.

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A definição do Dogma da Imaculada Conceição foi cercada de fatos muito significativos. Já existia a devoção dos fiéis a esse privilégio de Maria, afirmado na S. Liturgia em obras teológicas, quando aos 17/11/1830 uma Irmã de Caridade de Paris, Catarina Labouré, que foi canonizada em 27 de julho de 1947 pelo Papa Pio XII, em oração viu Nossa Senhora. Ela declara: "Os seus pés repousavam sobre o globo terrestre; de suas mãos voltadas para a terra jorravam feixes de luz. Formou-se em torno da Virgem uma moldura oval, sobre a qual se liam em letras de ouro estas palavras: ‘Ó Maria concebida sem pecado, rogai por nós, que recorremos a vós’".

A Religiosa recebeu também a ordem de mandar cunhar uma medalha de acordo com tal modelo. Informado da ocorrência, o arcebispo de Paris, Monsenhor de Quélen, permitiu a cunhagem da medalha, que se propagou rapidamente e ficou conhecida como a "medalha milagrosa". Tais fatos só fizeram aumentar no espírito dos cristãos a devoção à Imaculada e o desejo de que se definisse o dogma respectivo. Numerosos e insistentes pedidos foram encaminhados à Santa Sé nesse sentido.

Pio IX mandou estudar o assunto por parte de bispos e teólogos e resolveu, finalmente, proceder à definição aos 08/12/1854 na basílica de São Pedro em presença de mais de duzentos bispos e uma enorme multidão de fiéis. E menos de quatro anos após a definição do Dogma da Imaculada, deu-se um acontecimento, que contribuiu extraordinariamente para confirmar a palavra do Papa: as dezoito aparições de Lourdes, de 11/02 a 16/07 de 1858. Sendo que a 25/03 a Bem-aventurada Virgem declarou expressamente ser a Imaculada Conceição. Era como o eco da aparição a Santa Catarina Labouré e uma resposta à declaração do Papa em 1854.

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O Catecismo da Igreja Católica afirma:

“Na descendência de Eva, Deus escolheu a Virgem Maria para ser a Mãe de Seu Filho. ‘Cheia de graça’, ela é o fruto mais excelente da Redenção desde o primeiro instante de sua concepção; foi totalmente preservada da mancha do pecado original e permaneceu pura de todo pecado pessoal ao longo de sua vida” (§ 508).

O dogma da Imaculada Conceição de Maria é um marco fundamental da fé porque, entre outras coisas, define claramente a realidade do pecado original, o qual, às vezes, é contestado por alguns teólogos modernos, em discordância com o Magistério da Igreja.

Neste seio virginal, diz S. Luiz, Deus preparou o “paraíso do novo Adão” (Tratado da Verdadeira Devoção , n. 18).

Santo Afonso de Ligório, doutor da Igreja e ardoroso defensor de Maria, falecido em 1787, disse:

“Maria tinha de ser medianeira de paz entre Deus e os homens. Logo, absolutamente não podia aparecer como pecadora e inimiga de Deus, mas só como Sua amiga, toda imaculada” (Glórias de Maria, p. 209). E ainda: “Maria devia ser mulher forte, posta no mundo para vencer a Lúcifer, e portanto devia permanecer sempre livre de toda mácula e de toda a sujeição ao inimigo” (idem, p. 209).

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S. Bernardino de Sena (†1444), diz a Maria: “Antes de toda criatura fostes, ó Senhora, destinada na mente de Deus para Mãe do Homem Deus. Se não por outro motivo, ao menos pela honra de seu Filho, que é Deus, era necessário que o Pai Eterno a criasse pura de toda mancha” (GM, p. 210).

Diz o livro dos Provérbios: “A glória dos filhos são seus pais” (Pr 17,6); logo, é certo que Deus quis glorificar Seu Filho humanado também pelo nascimento de uma Mãe toda pura.

S. Tomas de Vilanova (†1555), chamado de São Bernardo espanhol, disse em sua teologia sobre Nossa Senhora:

“Nenhuma graça foi concedida aos santos sem que Maria a possuísse desde o começo em sua plenitude” (GM, p. 211).

S. João Damasceno, doutor da Igreja (†749), afirma:

“Há, porém, entre a Mãe de Deus e os servos de Deus uma infinita distância” (GM, p. 211).

E pergunta S. Anselmo, bispo e doutor da Igreja (†1109), e grande defensor da Imaculada Conceição:

“Deus, que pôde conceder a Eva a graça de vir ao mundo imaculada, não teria podido concedê-la também a Maria?”

“A Virgem, a quem Deus resolveu dar Seu Filho Único, tinha de brilhar numa pureza que ofuscasse a de todos os anjos e de todos os homens e fosse a maior imaginável abaixo de Deus” (GM, p. 212).

É importante notar que S. Afonso de Ligório afirma:

“O espírito mal buscou, sem dúvida, infeccionar a alma puríssima da Virgem, como infeccionado já havia com seu veneno a todo o gênero humano. Mas louvado seja Deus! O Senhor a preveniu com tanta graça, que ficou livre de toda mancha do pecado. E dessa maneira pode a Senhora abater e confundir a soberba do inimigo” (GM , p. 210).

Nenhum de nós pode escolher sua Mãe; Jesus o pode. Então pergunta S. Afonso: “Qual seria aquele que, podendo ter por Mãe uma rainha, a quisesse uma escrava? Por conseguinte, deve-se ter por certo que a escolheu tal qual convinha a um Deus” (GM, p. 213).

Quando Deus eleva alguém a uma alta dignidade, também o torna apto para exercê-la, ensina S. Tomás de Aquino. Portanto tendo eleito Maria para Sua Mãe, por Sua graça a tornou digna de ser livre de todo o pecado, mesmo venial, ensinava S. Tomás; caso contrário, a ignomínia da Mãe passaria para o Filho (GM, p. 215).

Nesta mesma linha afirmava S. Agostinho de Hipona, Bispo e doutor da Igreja (†430), já no século V:

“Nem se deve tocar na palavra “pecado” em se tratando de Maria; e isso por respeito Àquele de quem mereceu ser a Mãe, que a preservou de todo pecado por sua graça” (GM, p. 215).

Pergunta S. Cirilo de Alexandria (370-444), bispo e doutor da Igreja: “Que arquiteto, erguendo uma casa de moradia, consentiria que seu inimigo a possuísse inteiramente e habitasse?” (GM, p. 216).

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S. Bernardino de Sena ensina que Jesus veio para salvar a todos, inclusive Maria. Contudo, há dois modos de remir: levantando o decaído ou preservando-o da queda. Este último modo Deus aplicou a Maria.

Podendo o Espírito Santo criar Sua Esposa toda bela e pura, é claro que assim o fez. É dela que fala: “És toda formosa minha amiga, em ti não há mancha original” (Ct 4,7). Chama ainda Sua Esposa de “jardim fechado e fonte selada” (Ct 4,12), onde jamais os inimigos entraram para ofendê-la.

“Ave, cheia de graça!” Aos outros santos a graça é dada em parte, contudo a Maria foi dada em sua plenitude. Assim “a graça santificou não só a alma mas também a carne de Maria, a fim de que com ela revestisse depois o Verbo Eterno”, afirma S. Tomás (GM, p. 220).

O´ Maria concebida sem pecado; rogai por nós que recorremos a Vós!

Prof. Felipe Aquino – Cleofas

Fonte:

http://www.cancaonova.com/portal/canais/formacao/internas.php?id=&e=7841

http://www.cancaonova.com/portal/canais/formacao/internas.php?id=&e=11246

Imagens: Wikipedia

Tempo Litúrgico – O Advento

dezembro 7, 2009 Marcus Deixe um comentário

advento

O Advento (do latim Adventus: "chegada", do verbo Advenire: "chegar a") é o primeiro tempo do Ano litúrgico, o qual antecede o Natal. Para os cristãos, é um tempo de preparação e alegria, de expectativa, onde os fiéis, esperando o Nascimento de Jesus Cristo, vivem o arrependimento e promovem a fraternidade e a Paz. No calendário religioso este tempo corresponde às quatro semanas que antecedem o Natal.

Cor Litúrgica: Roxo e Róseo – O rosa pode ser usado no 3º domingo do Advento (Gaudete)

O Advento recorda a dimensão histórica da salvação, evidencia a dimensão escatológica do mistério cristão e nos insere no caráter missionário da vinda de Cristo.

Ao serem aprofundados os textos litúrgicos desse tempo, constata-se na história da humanidade o mistério da vinda do Senhor, Jesus, que de fato se encarna e se torna presença salvífica na história, confirmando a promessa e a aliança feita ao povo de Israel. Deus que, ao se fazer carne, plenifica o tempo (Gl 4,4) e torna próximo o Reino (Mc 1,15).

O Advento recorda também o Deus da Revelação. Aquele que é, que era e que vem (Ap 1, 4-8), que está sempre realizando a salvação mas cuja consumação se cumprirá no "dia do Senhor", no final dos tempos.

O caráter missionário do Advento se manifesta na Igreja pelo anúncio do Reino e a sua acolhida pelo coração do homem até a manifestação gloriosa de Cristo. As figuras de João Batista e Maria são exemplos concretos da vida missionária de cada cristão, quer preparando o caminho do Senhor, quer levando o Cristo ao irmão para o santificar. Não se pode esquecer que toda a humanidade e a criação vivem em clima de advento, de ansiosa espera da manifestação cada vez mais visível do Reino de Deus.

A celebração do Advento é, portanto, um meio precioso e indispensável para nos ensinar sobre o mistério da salvação e assim termos a Jesus como referência e fundamento, dispondo-nos a "perder" a vida em favor do anúncio e instalação do Reino.

A liturgia do Advento nos impulsiona a reviver alguns dos valores essenciais cristãos, como a alegria expectante e vigilante, a esperança, a pobreza, a conversão.

Deus é fiel a suas promessas: o Salvador virá; daí a alegre expectativa, que deve nesse tempo, não só ser lembrada, mas vivida, pois aquilo que se espera acontecerá com certeza. Portanto, não se está diante de algo irreal, fictício, passado, mas diante de uma realidade concreta e atual. A esperança da Igreja é a esperança de Israel já realizada em Cristo mas que só se consumará definitivamente na parusia (volta) do Senhor. Por isso, o brado da Igreja característico nesse tempo é "Marana tha"! Vem Senhor Jesus!

O tempo do Advento é tempo de esperança porque Cristo é a nossa esperança (I Tm 1, 1); esperança na renovação de todas as coisas, na libertação das nossas misérias, pecados, fraquezas, na vida eterna, esperança que nos forma na paciência diante das dificuldades e tribulações da vida, diante das perseguições, etc.

O Advento também é tempo propício à conversão. Sem um retorno de todo o ser a Cristo, não há como viver a alegria e a esperança na expectativa da Sua vinda. É necessário que "preparemos o caminho do Senhor" nas nossas próprias vidas, lutando incessantemente contra o pecado, através de uma maior disposição para a oração e mergulho na Palavra.

No Advento, precisamos nos questionar e aprofundar a vivência da pobreza. Não pobreza econômica, mas principalmente aquela que leva a confiar, se abandonar e depender inteiramente de Deus e não dos bens terrenos. Pobreza que tem n’Ele a única riqueza, a única esperança e que conduz à verdadeira humildade, mansidão e posse do Reino.

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Símbolos do Advento

Vários símbolos do Advento nos ajudam a mergulhar no mistério da encarnação e a vivenciar melhor este tempo. Entre eles há a coroa ou grinalda do Advento. Ela é feita de galhos sempre verdes entrelaçados, formando um círculo, no qual são colocadas 4 grandes velas representando as 4 semanas do Advento. A coroa pode ser, colocada ao lado do altar ou em qualquer outro lugar visível. A cada domingo uma vela é acesa; no 1° domingo uma, no segundo duas e assim por diante até serem acesas as 4 velas no 4° domingo. A luz nascente indica a proximidade do Natal, quando Cristo salvador e luz do mundo, brilhará para toda a humanidade, e representa também, nossa fé e nossa alegria pelo Deus que vem. A cor roxa das velas nos convida a purificar nossos corações em preparação para acolher o Cristo que vem. A vela de cor rosa, nos chama a alegria, pois o Senhor está próximo. Os detalhes dourados prefiguram a glória do Reino que virá.

8 de dezembro – a hora da graça universal

dezembro 7, 2009 Marcus Deixe um comentário

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Conforme aparição de Nossa Senhora Rosa Mística em Fontanelle (Itália) para Pierina, foi revelado que, no dia 8 de dezembro, dia da Imaculada Conceição, ao meio dia (12:00 hs), será a hora da graça universal. Nossa Senhora irá interceder, de maneira muito especial, pelos nossos pedidos, feitos neste horário.

Oração
Conceição Imaculada de Maria, por todos os Vossos méritos, abri as portas do Vosso Coração e deixai espalhar pelo mundo todo, graças incontáveis, repletas de bênçãos espirituais e temporais. (Fazer os pedidos).
Reza-se em seguida:
7 Ave-Marias em honra das 7 dores do Coração Imaculado.
3 Glórias ao Pai em honra da Santíssima Trindade intercaladas com: Rosa Mística, rogai por nós.

Como preparação para o evento do dia 08 de Dezembro, Nossa Senhora indicou o que deveria ser feito:

“Oração e Penitência. Rezem três vezes ao dia, todos os dias, o Salmo 50, “Miserere”, de braços abertos.”

Na aparição de 08 de Dezembro de 1947, Nossa Senhora declarou:

“Eu sou a Imaculada Conceição. Eu sou Maria das Graças, Mãe do Divino Filho Jesus Cristo. Pela minha vinda a Montichiari, desejo ser chamada ROSA MÍSTICA.”

“Desejo que todos os anos, no dia 8 de Dezembro, seja realizada a HORA DA GRAÇA UNIVERSAL. Com essa prática serão alcançadas numerosas graças espirituais e corporais.”

“Mesmo àqueles que não puderem ir às igrejas e permanecerem rezando em suas casas ao meio-dia, concederei muitas graças.”

“O quanto antes seja relatado ao Santo Padre da Igreja Católica, o Papa Pio XII, que desejo que esta HORA DA GRAÇA seja conhecida e divulgada em todas as partes do mundo.”

A oração poderá ser rezada:
1. Como uma novena preparatória, 9 dias antes do dia da Imaculada Conceição, iniciando no dia 30 de novembro;
2. Em qualquer época do ano; ou
3. Somente no dia 8 de dezembro, de preferência se possível, ao meio dia, que é a hora da graça universal.

Pecados Capitais – Padre Paulo Ricardo

dezembro 4, 2009 Marcus Deixe um comentário

PECADOS CAPITAIS – INTRODUÇÃO

 

ORGULHO

 

IRA

 

AVAREZA

 

LUXURIA

 

INVEJA

 

GULA

 

PREGUIÇA

O Papado

dezembro 3, 2009 Marcus Deixe um comentário

São Pedro Roma

S. Pedro recebeu de Jesus o poder supremo de jurisdição sobre toda a Igreja. Este poder, que se chama Primado de Pedro, abrange não só o poder de jurisdição nas verdades de fé e de moral, mas também na disciplina e no governo da Igreja toda.
Jesus muda o nome de Pedro:

“Jesus, fixando nele o olhar, disse: Tu és Simão, filho de João. Tu serás chamado Kefas, isto é, Pedro” (Jo 1,42).

Nota: Kefas, em grego, significa pedra dura, rochedo.
Jesus promete o primado a Pedro para dirigir a Igreja:

“E eu te digo que tu és Pedro, e sobre esta pedra eu edificarei a minha Igreja, e as portas do inferno não prevalecerão contra ela, e eu te darei as chaves do Reino dos céus, e tudo o que ligares na terra será ligado também no céu, e tudo o que desligares na terra será desligado também no céu” (Mt 16, 13-19).
Nota: estas palavras são dirigidas só a Pedro, que seria o detentor das chaves, isto é, o chefe supremo do Reino dos céus aqui na terra, que é a Igreja.
Ter as chaves: símbolo de domínio, potência e poder.
Ligar e desligar: significa castigar e tirar o castigo, excomungar e tirar a excomunhão, declarar algo como lícito e como ilícito.
Sobre esta pedra: sobre a autoridade de Pedro será edificada a Igreja.
Jesus confere a Pedro o primado sobre toda a Igreja:
“Disse Jesus a Pedro: Simão, filho de João, tu me amas mais do que estes? Sim, senhor. Tu sabes que eu te amo. Jesus lhe disse: Apascenta os meus cordeiros” (Jo 21, 15-17). Por três vezes a mesma pergunta. Por três vezes a mesma resposta. Por três vezes a mesma investidura, a mesma conferição do poder: “Apascenta os meus cordeiros, apascenta as minhas ovelhas”.

Nota: ovelhas e cordeiros são os cristãos, toda a Igreja de Jesus. Apascenta: significa governar, dirigir, defender, confirmar.
Depois que Jesus subiu aos céus, Pedro dirige e governa a Igreja:
•Preside e dirige a escolha de Matias para o lugar de Judas. (At 1, 1-25).
•É o primeiro a anunciar o Evangelho no dia de Pentecostes (At 2,14).
•Testemunha diante do sinédrio a mensagem de Cristo (At 4,8).
•Acolhe na Igreja o primeiro pagão, Cornélio (At 10,1).
•Fala primeiro no Concílio dos Apóstolos, em Jerusalém, e decide sobre a questão da circuncisão: “Então toda a assembléia silenciou” (At 15, 7-12).

O Primado foi dado a Pedro, não como privilegio pessoal, mas para o bem e para a unidade da Igreja. Já que a Igreja de Jesus durará até o fim dos tempos, é claro, é lógico, é natural que o primado também deverá durar enquanto durar a Igreja.
Pedro morreu. É claro e lógico que a sua missão de dirigir a Igreja devia passar para um sucessor, pois a Igreja continuou depois de Pedro, como continuará até o fim dos tempos. Os sucessores de Pedro são os Papas.
O edifício da Igreja não poderá subsistir sem o fundamento que o rege. Jesus disse a Pedro: “Tu és Pedro, e sobre esta pedra eu edificarei a minha Igreja!” Se a missão de Pedro de governar a Igreja desaparecer, logicamente desaparecerá também a Igreja. Mas isto é impossível. A Igreja é o rebanho de Cristo. Como pode subsistir este rebanho sem o seu Pastor?

Toda nação deve ter um chefe supremo. Do contrário haverá anarquia. Em toda entidade deve haver um dirigente, um diretor. Do contrario haverá confusão, bagunça, falência.
“Onde há Pedro, aí há a Igreja de Jesus Cristo” (S. Ambrósio).

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LISTA DOS PAPAS:

(de São Pedro [primeiro Papa] à Bento XVI [Papa atual] )

1. S.Pedro (32-67)
2. S. Lino (67-76/79)
3. Sto. Anacleto ou Cleto (76-88)
4. S. Clemente I (88-97)
5. Sto. Evaristo (97-105)
6. Sto. Alexandre I (105-115)
7. S. Sisto I (115-125)
8. Sto. Telésforo (125-136)
9. Sto. Higino (136-140)
10. S. Pio I (140-155)
11. Sto. Aniceto (155-166)
12. S. Sotero (166-175)
13. Sto. Eleutério (175-189)
14. S. Víctor I (189-199)
15. S. Zeferino (199-217)
16. S. Calisto I (217-22)
17. Sto. Urbano I (222-30)
18. S. Ponciano (230-35)
19. Sto. Antero (235-36)
20. S. Fabiano (236-50)
21. S. Cornélio (251-53)
22. S. Lúcio I (253-54)
23. Sto. Estêvão I (254-257)
24. S. Sisto II (257-258)
25. S. Dionísio (260-268)
26. S. Félix I (269-274)
27. Sto. Eutiquiano (275-283)
28. S. Caio (283-296)
29. S. Marcelino (296-304)
30. S. Marcelo I (308-309)
31. Sto. Eusébio (Abril-Agosto 309 ou 310)
32. S. Milcíades (311-14)
33. S. Silvestre I (314-35)
34. S. Marcos (Janeiro-Outubro 336)

35. S. Júlio I (337-52)
36. Libério (352-66)
37. S. Dâmaso I (366-83)
38. S. Sirício (384-99)
39. Sto. Anastásio I (399-401)
40. Sto. Inocêncio I (401-17)
41. S. Zózimo (417-18)
42. S. Bonifácio I (418-22)
43. S. Celestino I (422-32)
44. S. Sisto III (432-40)
45. S. Leão I (Magno) (440-61)
46. Sto. Hilário (461-68)
47. S. Simplício (468-83)
48. S. Felix III (II) (483-92)
49. S. Gelásio I (492-96)
50. Anastásio II (496-98)
51. S. Símaco (498-514)
52. Sto. Hormisdas (514-23)
53. S. João I (523-26)
54. S. Félix IV (III) (526-30)
55. Bonifácio II (530-32)
56. João II (533-35)
57. Sto. Agapito I (535-36) I
58. S. Silvério (536-37)
59. Vigílio (537-55)
60. Pelágio I (556-61)
61. João III (561-74)
62. Bento I (575-79)
63. Pelágio II (579-90)
64. S. Gregório I (Magno) (590-604)
65. Sabiniano (604-606)
66. Bonifácio III (Fevereiro-Novembro 607)
67. S. Bonifácio IV (608-15)
68. S. Deusdedit (Adeodato I) (615-
18)
69. Bonifácio V (619-25)
70. Honório I (625-38)
71. Severino (Maio-Agosto 640)
72. João IV (640-42)
73. Teodoro I (642-49)
74. S. Martinho I (649-55)
75. Sto. Eugênio I (655-57)
76. S. Vitaliano (657-72)
77. Adeodato (II) (672-76)
78. Dono (676-78)
79. Sto. Agatão (678-81)
80. S. Leão II (682-83)
81. S. Bento II (684-85)
82. João V (685-86)
83. Cónon (686-87)
84. S. Sérgio I (687-701)
85. João VI (701-05)
86. João VII (705-07)
87. Sísino (Janeiro-Fevereiro 708)
88. Constantino (708-15)
89. S. Gregório II (715-31)
90. S. Gregório III (731-41)
91. S. Zacarias (741-52)
92. Estêvão II (Março 752)
93. Estêvão III (752-57)
94. S. Paulo I (757-67)
95. Estêvão IV (767-72)
96. Adriano I (772-95)
97. Sto. Leão III (795-816)
98. Estêvão V (816-17)
99. S. Pascoal I (817-24)
100. Eugênio II (824-27)
101. Valentim (Agosto-Setembro 827)
102. Gregório IV (827-44)
103. Sérgio II (844-47)
104. S. Leão IV (847-55)
105. Bento III (855-58)
106. S. Nicolau I (858-67)
107. Adriano II (867-72)
108. João VIII (872-82)
109. Marino I (882-84)

110. Sto. Adriano III (884-85)
111. Estêvão VI (885-91)
112. Formoso (891-96)
113. Bonifácio VI (Abril 896)
114. Estêvão VII (896-97)
115. Romano (Agosto-Novembro 897)
116. Teodoro II (Novembro-Dezembro 897)
117. João IX (898-900)
118. Bento IV (900-03)
119. Leão V (Julho-Dezembro 903)
120. Sérgio III (904-11)
121. Anastásio III (911-13)
122. Lando (913-14)
123. João X (914-28)
124. Leão VI (Maio-Dezembro 928)
125. Estêvão VIII (929-31)
126. João XI (931-35)
127. Leão VII (936-39)
128. Estêvão IX (939-42)
129. Marino II (942-46)
130. Agapito II (946-55)
131. João XII (955-63)
132. Leão VIII (963-64)
133. Bento V (Maio-Junho 964)
134. João XIII (965-72)
135. Bento VI (973-74)
136. Bento VII (974-83)
137. João XIV (983-84)
138. João XV (985-96)
139. Gregório V (996-99)
140. Silvestre II (999-1003)
141. João XVII (Junho-Dezembro 1003)
142. João XVIII (1003-09)
143. Sérgio IV (1009-12)
144. Bento VIII (1012-24)
145. João XIX (1024-32)
146. Bento IX (1032-45)
147. Silvestre III (Janeiro-Março 1045)
148. Bento IX (Abril-Maio 1045)
149. Gregório VI (1045-46)
150. Clemente II (1046-47)
151. Bento IX (1047-48)
152. Dâmaso II (Julho-Agosto 1048)
153. S. Leão IX (1049-54)
154. Víctor II (1055-57)
155. Estêvão X (1057-58)
156. Nicolau II (1058-61)
157. Alexandre II (1061-73)
158. S. Gregório VII (1073-85)
159. B. Víctor III (1086-87)
160. B. Urbano II (1088-99)
161. Pascoal II (1099-1118)
162. Gelásio II (1118-19)
163. Calisto II (1119-24)
164. Honório II (1124-30)
165. Inocêncio II (1130-43)
166. Celestino II (1143-44)
167. Lúcio II (1144-45)
168. B. Eugênio III (1145-53)
169. Anastásio IV (1153-54)
170. Adriano IV (1154-59)
171. Alexandre III (1159-81)
172. Lúcio III (1181-85)
173. Urbano III (1185-87)
174. Gregório VIII (1187)
175. Clemente III (1187-91)
176. Celestino III (1191-98)
177. Inocêncio III (1198-1216)
178. Honório III (1216-27)
179. Gregório IX (1227-41)
180. Celestino IV (Outubro-Novembro 1241)
181. Inocêncio IV (1243-54)

182. Alexandre IV (1254-61)
183. Urbano IV (1261-64)
184. Clemente IV (1265-68)
185. B. Gregório X (1271-76)
186. B. Inocêncio V (Janeiro-Junho 1276)
187. Adriano V (Julho-Agosto 1276)
188. João XXI (1276-77)
189. Nicolau III (1277-80)
190. Martinho IV (1281-85)
191. Honório IV (1285-87)
192. Nicolau IV (1288-92)
193. S. Celestino V (Julho-Dezembro 1294)
194. Bonifácio VIII (1294-1303)
195. B. Bento XI (1303-04)
196. Clemente V (1305-14)
197. João XXII (1316-34)
198. Bento XII (1334-42)
199. Clemente VI (1342-52)
200. Inocêncio VI (1352-62)
201. B. Urbano V (1362-70)
202. Gregório XI (1370-78)
203. Urbano VI (1378-89)
204. Bonifácio IX (1389-1404)
205. Inocêncio VII (1406-06)
206. Gregório XII (1406-15)
207. Martinho V (1417-31)
208. Eugênio IV (1431-47)
209. Nicolau V (1447-55)
210. Calisto III (1445-58)
211. Pio II (1458-64)
212. Paulo II (1464-71)
213. Sisto IV (1471-84)
214. Inocêncio VIII (1484-92)
215. Alexandre VI (1492-1503)
216. Pio III (Setembro-Outubro 1503)
217. Júlio II (1503-13)
218. Leão X (1513-21)
219. Adriano VI (1522-23)
220. Clemente VII (1523-34)
221. Paulo III (1534-49)
222. Júlio III (1550-55)
223. Marcelo II (Abril 1555)
224. Paulo IV (1555-59)
225. Pio IV (1559-65)
226. S. Pio V (1566-72)
227. Gregório XIII (1572-85)
228. Sisto V (1585-90)
229. Urbano VII (Setembro 1590)
230. Gregório XIV (1590-91)
231. Inocêncio IX (Outubro-Novembro 1591)
232. Clemente VIII (1592-1605)
233. Leão XI (Abril 1605)
234. Paulo V (1605-21)
235. Gregório XV (1621-23)
236. Urbano VIII (1623-44)
237. Inocêncio X (1644-55)
238. Alexandre VII (1655-67)
239. Clemente IX (1667-69)
240. Clemente X (1670-76)
241. B. Inocêncio XI (1676-89)
242. Alexandre VIII (1689-91)
243. Inocêncio XII (1691-1700)
244. Clemente XI (1700-21)
245. Inocêncio XIII (1721-24)
246. Bento XIII (1724-30)
247. Clemente XII (1730-40)
248. Bento XIV (1740-58)
249. Clemente XIII (1758-69)
250. Clemente XIV (1769-74)
251. Pio VI (1775-99)
252. Pio VII (1800-23)

253. Leão XII (1823-29)
254. Pio VIII (1829-30)
255. Gregório XVI (1831-46)
256. B. Pio IX (1846-78)
257. Leão XIII (1878-1903)
258. S. Pio X (1903-14)
259. Bento XV (1914-22)
260. Pio XI (1922-39)
261. Pio XII (1939-58)
262. B. João XXIII (1958-63)
263. Paulo VI (1963-78)
264. João Paulo I (Agosto-Setembro 1978)
265. João Paulo II (1978-2005)
266. Bento XVI (2005)

Salve Lírio Branco da Santissima Trindade!

dezembro 3, 2009 Marcus Deixe um comentário

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Nossa Senhora apareceu a Santa Gertrudes na forma de um magnífico lírio de grande brancura.este lírio constava de 3 folhas,das quais uma se ergue para cima no centro,e as outras duas se inclinavam uma para cada lado. Santa Gertrudes compreendeu, por esta visão, que a Gloriosa Mãe de Deus é chamada com muita razão "O Lírio Branco da Trindade", pois participou mais do que ninguém das virtudes divinas, as quais jamais manchou com menor pó de pecado.
A folha erguida para cima representava a onipotência do Pai,e as duas inclinadas significavam a sabedoria do Filho e a bondade do Espírito Santo, virtudes as quais a Santíssima Virgem possuiu em grau eminente.
Depois disso,a Mãe de misericórdia fez-lhe uma importantíssima promessa que todos podem alcançar facilmente, pois garantiu-lhe que todo aquele que a proclamasse:

" SALVE LÍRIO BRANCO DA SANTÍSSIMA TRINDADE,ROSA BRILHANTE QUE EMBELEZA O CÉU”
EXPERIMENTARIA:

1-O PODER QUE A ONIPOTÊNCIA DO PAI LHE COMUNICOU COMO A MÃE DE DEUS;
2-ADMIRARIA AS ENGENHOSAS MISERICÓRDIAS QUE A SABEDORIA DO FILHO LHE INSPIRA PARA A SALVAÇÃO DOS HOMENS;
3-CONTEMPLARIA ,FINALMENTE A ARDENTE CARIDADE ACESA EM SEU CORAÇÃO PELO ESPÍRITO SANTO;
4-"MOSTRAR-ME-EI A ELE NA HORA DE SUA MORTE,-DISSE A VIRGEM- COM O BRILHO DE UMA BELEZA TÃO GRANDE QUE MINHA APARIÇÃO LHE CONSOLARÁ E LHE COMUNICARÁ AS ALEGRIAS CELESTIAIS"
ANIMADOS POR TÃO grande PROMESSA,ACOSTUMEM-NOS A SAÚDA-LA DIARIAMENTE SOBRETUDO AO ACORDAR E AO DEITAR,NOS MOMENTOS DE PERIGO E NOS MOMENTOS DE ALEGRIA

SALVE LÍRIO BRANCO DA TRINDADE,ROSA BRILHANTE QUE EMBELEZA O CÉU!!!!!!!!

Maria e a incompreensão protestante

dezembro 3, 2009 Marcus Deixe um comentário

nossa-senhora-das dores

Vimos nos dias de hoje, como algumas denominações que se auto intitulam com “evangélicos”, “crentes”, “cristãos” vem atacando com veemência a Igreja Una, Santa, Católica e Apostólica Romana, sempre citando fatos teológicos infundados que ora ofendem a Santa Mãe de Deus, ora ofendem a Tradição Apostólica, e até mesmo a Sagrada Escritura, sua única fonte de FÉ. Será que o Deus que eles adoram é o mesmo da Igreja Católica? Ou será que só tem o mesmo nome? Será que Jesus Cristo se sente feliz com o que eles falam de sua mãe? Certamente não.

Vejamos a real visão que os Reformadores do século XVI tinham, e que se difere totalmente da visão dos dias de hoje.

Os Reformadores conservaram muitos pontos da tradição mariana; pontos que as gerações seguintes foram pondo de lado.

Lutero, por exemplo, não negou a virgindade perpétua de Maria, mas julgava em dizer que a expressão “irmãos de Jesus” deve ser entendida no sentido semita; este atribuía a irmãos o significado de “parente, familiar”; para o confirmar, Lutero apelava para a significação ampla da palavra grega adelphoi na tradução dos LXX.

Lutero também admitia a imaculada conceição de Maria, devida à prévia aplicação dos méritos de Cristo. Quanto à assunção corporal, o reformador não ousava professá-la explicitamente, mas não excluía que o corpo de Maria tenha sido levado pelos anjos dos céus. No calendário luterano ficaram três festas marianas, que tem base no novo testamento e estão ligadas a Cristo: a anunciação ou festa da encarnação, a visitação de Maria a Isabel ou festa da vinda de Cristo, e a purificação de Maria aos quarenta dias após o parto, também tida como festa da apresentação de Jesus no templo.

Calvino, em alguns aspectos, foi mais radical. Suprimiu as festas marianas, aceita o título “Mãe de Deus” definido pelo concílio de Éfeso em 431, mas prefere a expressão “Mãe de Cristo”. Sustenta a perpétua virgindade de Maria, afirmando que “os irmãos de Jesus” citados em (Mateus 13,55) não são filhos de Maria, e sim parentes. Professar o contrário, segundo Calvino, significa “ignorância”, louca sutileza e “abuso da sagrada Escritura”.

Zwínglio, o reformador em Zurich, conservou três festas marianas e a recitação da Ave-Maria durante o culto sagrado.

É interessante notar que Lutero, Calvino e Zwínglio, autores da reforma protestante no século XVI, deixaram belas expressões de estima e louvor a Maria Santíssima.

Martinho Lutero em seu comentário sobre o Magnificat (Lucas 1,46-55) escreve: “Ó bem-aventurada mãe, virgem digníssima, recorda-te de nós que também em nós o senhor faça essas grandes coisas”.

Ao referir-se a (Mateus 1,25) observa: “destas palavras não se pode concluir que, após o parto, Maria tenha tido consórcio conjugal. Não se deve crer nem dizer isto” (Obras de Lutero, edição Weimar, tomo 11, pg 323).

Disse ainda: “Os irmãos de Jesus, mencionados no Evangelho, são parentes do Senhor” (Edição Weimar, tomo 46, pg 723, tischreden 5, n° 5839). O reformador prometia cem moedas de ouro a quem lhe provasse que a palavra almah em (Isaías 7,14) não significava virgem (Edição Weimar, tomo 53, pg 640).

No fim de sua vida, aos 17/01/1546, Lutero exclamou num sermão muito agitado: “Não se deve adorar somente a Cristo? Mas não se deve honrar também a santa mãe de Deus? Esta é a mulher que esmagou a cabeça da serpente. Ouve-nos, pois o Filho te honra; Ele nada te nega”. Vê-se que até os últimos dias Lutero guardou devoção a Maria.

No tocante às imagens, Lutero não as proibia; firmava que as proibições feitas no antigo testamento não afetavam os cristãos (Edição Weimar, tomo 7 pg 440-445). Considerava as imagens como a Bíblia dos pobres e iletrados.

Sobre a virgindade de Maria os artigos da “Doutrina Cristã” elaborados por Lutero em 1537 professam:

O Filho de Deus faz-se homem, de modo a ser concebido do Espírito Santo sem o concurso de varão e a nascer de Maria pura, santa e sempre virgem”.

Calvino publicou em 1542 o "Catecismo da Igreja de Genebra”, onde se lê: “o filho de Deus foi formado no seio da virgem Maria… isto aconteceu por ação milagrosa do Espírito Santo sem consórcio de varão”.

Zwínglio, por sua vez, escreveu: “firmemente creio, segundo as palavras do Evangelho, que Maria, como virgem pura, nos gerou o Filho de Deus e que no parto e após o parto permaneceu para sempre virgem pura e íntegra” (Corpus Reformatorum: Zwingli Opera 1 424)

Declarou ainda: “Estimo grandemente a Mãe de Deus, a Virgem Maria perpetuamente casta e imaculada” (ZO 2,189).

Os “irmãos do Senhor” eram, para Zwínglio, “os amigos do Senhor” (ZO 1,401).

Podemos observar que até mesmo o Corão de Maomé, que reproduz certas proposições do Cristianismo, professa a virgindade de Maria (cf.Sura 19).

Outras palavras dos reformadores:

Amman, discípulo e contemporâneo e Zwínglio, declarou: “Maria foi preservada de toda mancha e culpa do pecado original, do pecado mortal e do pecado atual”.

Heinrich Bullinger, sucessor de Zwínglio, testemunhou: “cremos que o corpo puríssimo da virgem Maria, Mãe de Deus e templo do Espírito Santo…foi levado pelos anjos do céu”.

Lutero escreveu: “não há honra, nem beatitude, que sequer se aproxime por sua elevação da incomparável prerrogativa superior a todas as outras, de ser a única pessoa humana que teve um filho em comum com o Pai Celeste”.

Calvino escreveu: “não podemos reconhecer as bênçãos que nos trouxe Jesus, sem reconhecer ao mesmo tempo quão imensamente Deus honrou e enriqueceu Maria, ao escolhê-la para ser Mãe de Deus”.

Zwínglio: “Quanto mais crescem a honra e o amor de Cristo entre os homens, tanto mais crescem também a estima e a honra de Maria, que gerou para nós um tão grande e propício Senhor e Redentor.

Podemos verificar sem dúvidas que nem os ‘Pais’ do Protestantismo, tinham a distorcida e falsa visão da Fé e da Doutrina da Verdadeira Igreja fundada por Cristo. No Livro do Apocalipse, no Novo Testamento, vimos um dragão que perseguia a Mulher.

Devemos guardar nossa Mãe Maria com amor e respeito, Ela que foi colaboradora de Jesus no Plano da Salvação do homem.

“A Bem-Aventurada Virgem Maria …pelo dom da maternidade divina, que com seu Filho Redentor, e ainda pelas suas graças e funções singulares, encontra-se também intimamente unida à Igreja: a Mãe de Deus é a figura da Igreja…e isso, na ordem da fé, da caridade e da perfeita união com Cristo”. “Feliz porque acreditou”…de geração em geração Maria está presente no meio da Igreja que faz sua peregrinação na fé, sendo para ela modelo de esperança que não decepciona.

Ó Virgem Santíssima, rogai por nós pecadores, que recorremos a vós!

Fonte de Pesquisa: Revista Jesus Vive e é o Senhor e Carta Encíclica de João Paulo II REDEMPTORIS MATER.

O Sonho profético de Dom Bosco

dezembro 2, 2009 Marcus Deixe um comentário

Sonho de Dom Bosco

Seu sonho profético central, ocorrido em 1862 (três anos antes do Concílio da Igreja Católica conhecido como Vaticano I), está transcrito abaixo:

"Imagine-se no meio de uma enseada, ou melhor, sobre uma rocha isolada, da qual não se divisa nenhum ponto de terra firme, exceto sob os seus pés. Na extensão desse vasto mar, você divisa uma frota incontável de navios de guerra dispostos para a batalha. As proas desse navios são pontiagudas e perfurantes, de forma a perfurar e destroçar completamente tudo contra o que se lançarem. Os navios são armados com canhões, muitos rifles, materiais incendiários e outras armas de fogo de vários tipos, e avançam contra um navio bem maior e mais alto do que o deles; eles tentam atingi-lo com suas proas ou queimá-lo, causar-lhe mal de todas as maneiras possíveis.

"Escoltando o majestoso navio plenamente equipado, há um sem-número de barcos menores, que recebem comandos daquele por sinais, reposicionando-se para defenderem-se dos ataques da frota inimiga. Bem no meio dessa imensa extensão marítima, duas poderosas colunas elevam-se, altas, a pequena distância uma da outra. No topo de uma, encontra-se a estátua da Imaculada Virgem Maria, de cujos pés pende um enorme placa com a inscrição: AUXILIUM CHRISTIANORUM – AUXÍLIO DOS CRISTÃOS; sobre a outra, que é ainda mais alta e maior, há uma enorme Hóstia, de tamanho proporcional ao da coluna; e sob ela, outra placa, com as palavras:                         SALUS CREDENTIUM – SALVAÇÃO DOS FIÉIS.
"O comandante supremo do navio grande é o Sumo Pontífice.

Observando a fúria dos inimigos e malfeitores dentre os quais os fiéis se encontram, ele convoca os capitães dos pequenos barcos e ordena um conselho, para juntos decidirem o que fazer.

"Todos os capitães vêm a bordo e se reúnem em torno do Papa. Eles iniciam uma conferência, mas nesse meio tempo o vento e as ondas rompem numa grande tempestade, e eles têm de retornar às suas próprias embarcações para salvá-las. Vem, então, uma pequena calmaria; pela segunda vez, o Papa reúne seus capitães em torno de si, enquanto o navio-mãe prossegue em seu curso. Mas a terrível tempestade retorna. O Papa comanda a embarcação e envia todas as suas energias para direcionar seu navio às colunas, de cujos topos pendem muitas âncoras e fortes ganchos ligados a correntes.

"Todas as embarcações inimigas mobilizam-se para atacá-lo; elas tentam detê-lo e afundá-lo, de todas as maneiras ao seu alcance: algumas com livros e escritos inflamáveis, de que dispõem em abundância; outras com armas de fogo, com rifles e outras armas. A batalha recrudesce crescentemente. O inimigo ataca de proa violentamente, mas seus esforços provam não ser eficazes. Eles arremetem em vão, e perdem todo o seu esforço e a sua munição; o grande navio segue inabalável e suavemente seu rumo. Às vezes acontece de ser atingido por formidáveis tiros, ele apresentar grandes brechas laterais; Mas assim que o dano acontece, uma brisa gentil sopra das duas colunas, fechando as fissuras e restaurando os estragos imediatamente.

"Entrementes, as armas de fogo dos assaltantes são disparadas; rifles e outras armas, bem como as proas se quebram; muitos navios são atingidos e afundam no oceano. Então, os inimigos enfurecidos passam a lutar corpo-a-corpo, com os punhos, tiros à queima-roupa, blasfêmias e maldições. "De súbito, o Papa cai gravemente ferido. Imediatamente, os que estão com ele o ajudam e o levantam. Uma segunda vez, o Papa é atingido; ele cai de novo e morre. Um grito de júbilo e vitória irrompe dentre os inimigos; de seus navios eleva-se uma indizível zombaria.

"Mas assim que o Pontífice cai, um outro assume o seu lugar. Os pilotos, tendo-se reunido, elegeram outro tão prontamente que, com a notícia da morte do anterior já se apresentam as boas novas da eleição do sucessor. Os adversários começam a perder a coragem.
"O novo Papa, pondo o inimigo em fuga e superando todos os obstáculos, guia o navio diretamente às duas colunas e consegue descansar entre elas. Ele ancora o seu navio à coluna encimada pela Hóstia, prendendo uma corrente leve que sai da proa a uma âncora presa à coluna; uma outra corrente leve presa à popa é atracada a uma âncora que pende da coluna sobre a qual está a Virgem Maria.

"Neste ponto, inicia-se uma grande convulsão. Todos os navios que estiveram até então em luta contra o navio do Papa são dispersados; eles se afastam em confusão, colidem e quebram-se em pedaços, uns contra os outros. Alguns afundam e tentam afundar os outros. Muitas das pequenas embarcações que lutaram galantemente pelo Papa correm a prender-se às colunas. Outras, que se haviam mantido à distância, por medo da batalha, observam cautelosamente de longe; assim que os escombros dos navios afundados são dispersados pelos redemoinhos do mar, elas se aventuram a rumar para as duas colunas, e alcançando-as, fazem-se prender aos ganchos que delas pendem, para se porem a salvo, à sombra do navio principal, onde está o Papa. Reina sobre o mar uma grande calma."
(Adaptação do livro "Quarenta Sonhos de S. João Bosco", compilado e editado por Pe. J. Bachiarello, S.D.B.)

O Concílio Vaticano I, envolvendo todos os Bispos e Cardeais da Igreja Católica, foi abruptamente interrompido quando as tropas Piedmontesas ocuparam Roma, em 1870. Foi retomado em 1962, novamente em Roma, noutro Concílio, conhecido como Vaticano II. Em cada um desses Concílios, o Papa poderia ser descrito como um líder reunindo seus capitães – as duas reuniões descritas no sonho profético de S. João Bosco!

O Papa descrito neste sonho profético não é uma pessoa (menos ainda necessariamente a mesma pessoa), mas a figura do Papa, uma vez que o Papa, quem quer que seja ele, é o líder da Igreja Católica. É interessante notar-se que só houve um Papa ferido gravemente desde este sonho profético ocorrido em 1862: o Papa João Paulo II, atingido por um tiro em 1981. Assim, de acordo com a profecia, parece ser eminente o tempo em que ou João Paulo II ou, talvez, seu sucessor morrerá de danos infligidos por seus oponentes. Mas convêm recordar que antes do Papa João Paulo II, o Papa João Paulo I apesar de não ter sido ferido por arma de fogo ou algo assim, teve uma passagem muito rápida no comando da grande embarcação (Igreja Católica), foram somente 32 dias de papado, e depois a sua misteriosa morte.

Resta-nos perguntar:
Quem ancorará o navio da Igreja seguramente entre os dois Pilares ?

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