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Fim dos tempos – Palestras do Monsenhor Jonas Abib
Publicado por Marcus em Fim dos Tempos, Padre Jonas Abib, Parusia, Pregações em dezembro 8, 2009
A seção de Podcast do portal cancaonova.com publicou recentemente varias palestras do Monsenhor Jonas Abib sobre a Segunda Vinda de Cristo. Trazemos aqui uma relação das pregações disponiveis no site pra você ouvir. A medida que o site for disponibilizando estaremos postando aqui nesse espaço.
Duração: 01:01:14
Pregação de Monsenhor Jonas Abib do ano de 1992 sobre o fim dos tempos.
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A Nossa Libertação está próxima
Duração: 00:04:59
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Estais preparados pois o Filho do Homem virá – parte 1
Duração: 00:40:24
Trechos de Pregações do Pe Ruffus Pereira
Retiro de Cura e Libertação na Canção Nova com Padre Ruffus Pereira, Sacerdote da Arquidiocese de Mumbai (Índia). Vice-presidente da Associação Internacional de Exorcistas
Pe. Ruffus: Maria a mulher da Palavra
Pe. Ruffus: O Senhor quer nos Curar
Pe. Ruffus: As três principais curas
Oração de Cura com Pe Ruffus
MP3: Consagrados para o mundo – Pregação do Padre Jonas Abib
Essa pregação é profética! Me marcou muito no inicio da minha caminhada, Pe Jonas prega ousadamente no Espirito com intrepidez e profetiza sobre momentos decisivos da historia, e nos alerta a ficarmos firmes quando o tempo da tribulação chegar.
"Nós estamos em uma nova fase da história, um tempo novo, tempo de Maria. Na civilização do amor, passamos de um tempo para o outro, mas talvez não percebamos, pois não é uma coisa sensível. Assim como todos os sacramentos, antes e depois do padre batizar a criança, não vemos nenhuma diferença externamente nela, mas o antes e o depois do batismo é totalmente diverso.
Não percebemos nada de diferente antes e depois do padre tomar o pão e o vinho na Missa, pronunciar as palavras de consagração. O pão e o vinho continuam o mesmo e, exteriormente, não vemos nada de novo; mas sabemos toda a diferença que acontece.
Entramos na Era de Maria, no tempo da justiça e do amor, e tudo que for injustiça vai cair. Deus vai limpar tudo que é mau e, nesta hora, ficaremos com medo, pois muitas coisas vão ruir e tudo o que não foi construindo nas bases do Senhor, será destruído…"
Trecho da pregação "Consagrados para o mundo"
Nesta palestra, monsenhor Jonas nos fala que chegará o momento em que tudo o que for maldade e injustiça cairá e só ficará o que foi criado nas bases do Evangelho. Vale a pena ouvir!
Rezem Rezem Rezem – Pe Jonas Abib
Publicado por Marcus em Fim dos Tempos, Medjugorie, Parusia, Pregações em maio 16, 2009
Pregação do Pe Jonas Abib em MP3 sobre Medjugorie disponibilizada no site da CN, hoje 15 de Maio. A pregação é de 2002.
Link do site: http://www.cancaonova.com/portal/canais/pejonas/informativos.php?id=2092
Maria, a Mulher da Cruz – pregação Pe Ruffus Pereira, exorcista
Hoje vamos falar de uma mulher que nasceu para o sofrimento, por isso o título de Maria como Nossa Senhora das Dores.
Se Jesus é o homem compassivo, Maria também é compassiva. Ela passou por todos os sofrimentos que uma mulher pode passar. Ela completou nos seus sofrimentos aquilo que faltou nos sofrimentos de Cristo.
Deus também enviou o Anjo Gabriel para anunciar que ela seria a mãe do Salvador, por isso ela foi chamada a completar os sofrimentos de Jesus.
O Pai precisava de uma mulher para sofrer. Não quer dizer que faltou algum sofrimento a Jesus, esta é só uma maneira de dizer.
Por isso Jesus disse aos discípulos que eles nada poderiam fazer sem Ele e sem Maria.
Mas isso só poderá ‘dar frutos’ se nós seguirmos a Jesus.
Por isso eu quero dizer a vocês que Jesus convidou Maria para fazer parte deste sofrimento, não porque faltava mas para que se tivesse uma idéia maior dos sofrimentos da mulher.
Maria a mulher da palavra, mas ela também é a mulher da cruz.
Vocês podem acreditar ou não, mas se estudamos as Escrituras podemos ver que Ela é a Mulher da Palavra, por isso Isabel disse a Maria: ‘Bendita és por ter acreditado na Palavra’.
Maria disse poucas palavras, mas uma das palavras mais lindas foi : ‘Fazei tudo o que Ele vos disser’. Ela é a mulher do Espírito. Vemos Maria comunicando o Espírito Santo.
Hoje eu quero apresentar hoje Maria com um outro titulo: a mulher da cruz, a mulher do coração transpassado.
Quando Maria ficou em pé aos pés da cruz, sabemos que aquela mesma flecha que atingiu Jesus era a mesma que falava a profecia de Simeão.
Imagine o sofrimento que Maria passou quando se tornou suspeita diante do homem que ela amava, José, e que a amava também. Por isso podemos imaginar o quanto as mulheres sofrem. Por quanto tempo Maria passou por estes sofrimentos eu não sei…
Até que o anjo aparecesse para São Jose e dissesse que ele a tomasse por esposa.
Outro sofrimento foi quando ela não achou lugar onde pudesse dar a luz ao seu Filho. Alguém aqui já deu a luz ao seu filho num estábulo? Eu conheço uma mulher, é Maria. O sofrimento de não ter um lar, de não ter um teto é um sofrimento muito grande, e não havia nenhum lugar para ela. Depois também sofreu a ameaça do filho poder ser morto por Herodes.
A mulher que tem o filho seqüestrado é um sofrimento imenso, e foi isso que Maria passou quando eles se perderam e Jesus estava no templo. O sofrimento de mãe de ver um filho em perigo, sendo atacado pelo inimigo.
Não esquecendo a viagem às pressas para o Egito. Pode ter certeza que foi uma experiência dolorosa!
Ela sofria muito quando as pessoas diziam a ela que Jesus não respeitava as leis,
mas principalmente quando ela estava com Jesus a caminho do calvário.
O Papa diz para não olharmos Maria apenas como uma devoção, não somente como a mulher da Palavra ou do Espírito Santo, mas olhar para Ela como a Mulher da Cruz. Aquela que nos lembra que devemos fazer o que Jesus fez.
Quero também contar algo que aconteceu no Haiti, e que vai mostrar que Maria é mulher da Palavra, mulher do Espírito Santo, mulher da Cruz, mas ela também é Mãe.
Em 1997 houve um programa internacional da Renovação Carismática Católica para a Terra Santa, e dois mil peregrinos vieram de todo o mundo para participar, e o conselho da Renovação me chamou para rezar pela cura.
Eu estava fazendo aquela oração de cura de dentro de um barco no mar da Galiléia.
Então eu dizia Jesus como posso estar no seu lugar? E o responsável da Renovação me pediu para que eu fosse a uma convenção no país dele e fazer a mesma oração no país. Em 1998 recebi a carta com essa solicitação, e somente aío eu acreditei no que ele estava me pedindo. Perguntei se eu teria que fazer mais alguma pregação, então, ele me disse que não, que era somente a oração que eu tinha feito no barco no mar da Galiléia.
No aeroporto veio uma mulher na minha direção, e ela se apresentou como sendo a mulher do primeiro ministro do Haiti. Ela me levou para a Missa. Depois da Missa, o bispo do Haiti me pediu para fazer uma oração de libertação, e assim também me levou para uma montanha para orar pela Igreja e pelo país dele. Tinham mais jovens do que adultos. Era um palco grande como este, penso que este é o maior que eu já vi na minha vida! ( refere-se ao Centro de Evangelização Dom João Hipólito de Moraes, na Canção Nova – Cachoeira Paulista-SP). Então o padre colocou o Santíssimo Sacramento no altar, e então eu disse ao Senhor: ‘Se eu vim de Bombaim, me ajude a fazer uma boa oração’, e fiz uma oração longa, mas eu vi que o povo não estava olhando para frente, e eu perguntei o que estava acontecendo, e o ministro veio me dizer que eles estavam dizendo que estavam vedo uma luz, e aquela luz era Maria.
Nós sabemos que seis pessoas já viram a face de Maria em Medjugorje, mas nesse encontro eram sessenta mil pessoas olhando para aquela luz.
Eu particularmente não acredito muito em visões. Então eu disse: ‘Maria eu vou te ver no céu’, mas quando eu olhei para o pé daquela árvore, então eu vi flash de luz durante mais ou menos uma hora.
O ministro me contou que uma criança era cega e a mãe levou o filho lá naquela árvore e ele ficou curado depois que viu o flash de luz.
No dia seguinte, domingo, o povo continuava olhando para a árvore, e eu disse: ‘Senhor, hoje é o seu dia! Ontem foi sábado, era o dia de Maria, mas hoje, Senhor, é domingo, o seu dia!’, e naquele dia eu entendi que Maria é também a Mãe da Divina misericórdia!
No dia seguinte eu estaria voltando para Bombaim, então eu pedi a esposa do primeiro ministro que me levasse até aquela árvore, quando chegamos lá a árvore estava toda desfolhada porque o povo havia arrancado todas as folhas.
Então levei um pedacinho da árvore.
O que Maria fez na casa de Isabel ela está fazendo hoje aqui também: aparecendo para o povo. O mesmo que ela disse nas bodas de Caná, ela está dizendo agora a cada um de vocês: “Fazei tudo o que o meu filho lhes mandar.”
Eu gostaria que vocês olhassem para as palavras do Papa em sua Encíclica que diz para olharmos para Jesus transpassado pela lança, mas não podemos esquecer que lá tem mais duas pessoas Maria e João nos recordando que aos pés da cruz também vamos experimentar a vida plena e a ressurreição.
Transcrição: Célia Grego
Fotos: Reban Félix
Padre Rufus Pereira
Sacerdote da Arquidiocese de Mumbai (Índia). Vice-presidente da Associação Internacional de Exorcistas
Pregação Pe Jonas Abib: Não temas em receber Maria como Mãe
José era um homem justo e porque ele era justo ele não iria denunciar Maria. Naquela época, as mulheres que adulteravam eram apedrejadas, por isso Maria deveria ser denunciada e implacavelmente apedrejada. Mas José, como homem justo, preferiu abandoná-la em silêncio, como se ele mesmo houvesse adulterado. Ele era um homem de bom coração, mesmo sem saber o que havia ocorrido, não queria ver Maria sendo apedrejada.
E Maria não podia se justificar com José, pois quem iria acreditar em Maria? Mas ela confiou, confiou em Deus que falou a José através de um sonho dizendo: "José, filho de Davi, não tenhas medo de porque Maria concebeu do ESPÍRITO SANTO".
Deus nos diz hoje: não temas em receber Maria em sua vida, como tua mãe, como tua mestra, como a mãe do teu Senhor e acredite que tudo o que aconteceu nela foi santo. Deus fez com que ela, sendo virgem, gerasse Jesus. Ela permaneceu virgem até a sua assunção. Sem Maria não teríamos Jesus e, sem Jesus não teríamos a salvação, estaríamos perdidos porque nenhum de nós poderia se salvar. É isso que o demônio desejava, ele não imaginava que Deus tinha um projeto guardado em seu coração: fez Maria imaculada. Por isso o demônio odeia as mulheres, odeia Maria – aquela que trouxe a salvação.
O Evangelho de São Lucas diz que: "Naqueles dias, Maria se levantou e foi às pressas às montanhas, a uma cidade de Judá. Entrou em casa de Zacarias e saudou Isabel. Ora, apenas Isabel ouviu a saudação de Maria, a criança estremeceu no seu seio; e Isabel ficou cheia do Espírito Santo. E exclamou em alta voz: Bendita és tu entre as mulheres e bendito é o fruto do teu ventre. Donde me vem esta honra de vir a mim a mãe de meu Senhor?"(capítulo 1, 39-43)
Só pela presença de Maria, Isabel ficou cheia do Espírito Santo. Isabel não tinha como saber que Maria estava grávida, mas o Espírito Santo lhe revelou.
E Isabel diz: Como mereço que a mãe do Senhor venha mim visitar. Não temas de receber Maria a mãe do Senhor em sua vida. Não tem como separar a mãe do filho. Se Maria é a mãe do meu Senhor, eu tenho que venerá-la. Ela é a mãe do meu Senhor, do meu Redentor.
Maria é mãe e mestra, ela nos ensina o caminho seguir. Nas bodas de Caná, Jesus honrou o quarto mandamento que diz: Honrar pai e mãe.
"Bem-aventurada és tu que creste, pois se hão de cumprir as coisas que da parte do Senhor te foram ditas! E Maria disse: Minha alma glorifica ao Senhor, meu espírito exulta de alegria em Deus, meu Salvador, porque olhou para sua pobre serva."(Lucas 1,45-48a)
Esta geração me chamará de bem aventurada, e a minha geração proclama Bem Aventurada.
Eu não temo receber Maria em minha vida, em minha casa, em minha família, como mãe do meu Senhor e como minha mãe. Eu proclamo que Jesus é o Senhor e ao Nome de Jesus se dobra todo joelho. Ave-maria Cheia de Graça o Senhor é convosco, bendito o fruto do vosso ventre: JESUS.
Transcrição: Elcka Torres
Fotos: Anderson Nunes
Pregação: Mãe do Santíssimo Sacramento
Publicado por Marcus em Mãe do Santíssimo Sacramento, Pregações em março 20, 2009

Dentro desse acampamento, com a permissão da Liturgia da Igreja, quero celebrar agora, nessa Missa a Liturgia da Virgem Maria. Isso devido a tudo o que o Senhor tem nos falado nesse dia e porque o Sábado é um dia profundo e consagrado a Mãe de Deus. A Missa é o sacrifíco de Jesus e nela está presente a Virgem.
Eu tenho um carinho especial por Nossa Senhora das Dores, pois nela se vê a paixão de Jesus com a face materna. É como a mãe que sofre de muitas maneiras, por tantas situações. Nela vemos também o sofrimento da Igreja, a redenção do Senhor com a face mariana. Nossa Senhora das Dores, mais do que um título é uma realidade da sua própria vida, por isso em todas as Missas a Mãe de Deus está presente.
De que maneira ela está presente? Como? O Papa João Paulo II responde que é uma presença misteriosa. Permita-me falar teologicamente: "se o sacrifíco do Senhor é atualizado e a mãe do Senhor estava presente no calvário, então ela está presente na Missa. Por isso hoje queremos enaltecer a Mãe de Deus. Mãe do Santíssimo Sacramento".
O Evangelho de hoje fala mais uma vez da "Hora" do Senhor. Toda Missa é a glorificação do Pai pelo Filho. É o maior ato de adoração dado a Deus. Agora é chegada a "hora". Dentro da "hora" de Jesus, temos a terceira hora e foi exatamente nessa terceira hora que Ele deu à Igreja Sua mãe. Ele disse: "Mulher eis aí o seu filho". Na pessoa do discípulo amado está presente o mistério dos seguidores de Jesus. Olhando para nossa história, sabemos muito bem como o Senhor nos assemelha ao mistério da Missa.
Você pode fazer pela sua história de vida uma Missa. Se você sabe viver a humilhação e ser condenado injustamente em silêncio, então você assemelha sua vida a vida do Senhor. Não se trata de masoquismo, pelo contrário, sabemos que nosso coração precisa chegar onde Ele necessita. O Senhor vai moldando nosso coração e nossa vontade.
Sabemos que nossa vida é única, e no tempo, decisão, e momento em que Deus entrega algo para vivermos, não podemos duvidar da vontade do Senhor. Se a "hora" de Jesus é a "hora" da cruz, o mundo não entende isso. Dentro do tempo cronológico estamos celebrando a eternidade da Missa. Preciso entrar nessa "hora", pois sei o quanto Deus tem me preparado para esse sacrifício.
Não é a minha fé que realiza o sacramento, quem realiza o sacramento é Deus, mas se me entrego a Ele pela fé, então entro no sacrifício de Cristo. O Papa disse que é preciso que o sacerdote celebre a missa com sentimento e emoção. São Pio trazia os sentimentos de Jesus ao celebrar a Missa. As pessoas percebiam nele os sentimentos de Jesus ao celebrar a Missa. O sacerdote é aquele que sacrifica o Cordeiro, ele é a Persona Christi. Nemhum padre está no lugar de Jesus Cristo, nós somos a pessoa de Jesus Cristo.
Mas como pode um homem marcado pelo pecado ser a pessoa de Jesus? Eis o mistério que traz a Igreja, a esperança da santidade. A missa chama e atrai os pecadores a misericórdia. A Igreja deseja que todos venham a Missa para ver Deus. Quando o Senhor entrega a Sua Mãe ao discípulo amado, devemos dizer que quem cuida dos sacerdotes é a Mãe de Cristo, Ela não permite que os discípulos do Senhor se percam. Ela forma o coração da Igreja. O Senhor diz: "Mulher olha aí o seu filho", como sua Missa. Precisamos sentir com os sentimentos do Senhor na Santa Missa.
A Missa é o sacrifício eterno, como muitas vezes escutamos. A Igreja celebra e atualiza o sacrifíco do Senhor e nele está presente a Mãe de Deus. Nosso amor e respeito a Ela não é simplesmente como um culto de veneração é mais do que isso, é um culto profundamente especial. Ela gerou Deus. Ela não é adorada, pois não é Deus, mas merece um culto muito especial e singular.
O carinho singular e pessoal que a Mãe de Deus tem pelos sacerdotes é à imagem de João, portanto quando falta a alegria e santidade, a Igreja sofre, mas não nega a alegria da Virgem de zelar pelos sacerdotes da Igreja. Quando escutamos sacerdotes vítimas de perseguição, não podemos cair no julgamento.
O primeiro intuito da mídia patrocinada pela maçonaria, é destruir o sacerdócio do Senhor presente em nós. Quem consagra as espécies do pão e vinho em corpo e sangue do Senhor somos nós sacerdotes. Não é uma imitação, nem teatro, mas é Jesus Cristo na pessoa dos sacerdotes quem consagra. João recebeu a ordenação ao lado da Mãe de Deus.
Só há um sacerdote, não há outro, o sacerdócio de Jesus é único e eterno, mas ele está presente de maneira substancial na pessoa do sacerdote ordenado. O sacerdote tem as mãos ungidas para trazer o Espírito Santo. O Espírito Santo não vem do céu, mas da cruz. A imposição das mãos do sacerdote não é como a dos leigos. Na consagração você escuta verdadeiramente a voz de Jesus Cristo. Nessa hora não é a voz do sacerdote, mas de Jesus Cristo e nessa hora você deve adorar. Jesus vem de dentro do sacerdote e não do alto. Por isso o demônio vem para aniquilar os sacerdotes.
A Mãe de Deus estava presente na Missa do calvário, assim como estamos nessa Missa e em qualquer outro lugar do mundo. Esse altar não é mesa, mas é onde o Senhor será sacrificado. No altar se consagra. Se um sacerdote pode consagrar o corpo e sangue do Senhor, quanto não vale a vida de um sacerdote? É por isso que o Senhor pede a Sua Mãe para guardar os sacerdotes. São Franscisco de Assis já dizia: "aí daqueles que falarem mal dos sacerdotes".
Essa não é mais uma Missa, é a única Missa.
A Missa da quinta-feira Santa é a mesma do calvário e é mesma que estamos celebrando agora. É o mesmo sacrifício, é a mesma voz do Senhor Jesus Cristo. Hoje, pela voz do sacerdote, vamos escutar a voz de Jesus Cristo. É a única consagração, a única Missa. A pior desgraça é quando o católico "rotina" a Missa. A cada dia o Senhor nos dá o seu coração de uma maneira diferente. A Missa é a maior alegria e esperança da Igreja. O católico que não vai a Missa não conhece Jesus Cristo. Cada um de nós deve gritar: Senhor perdoe o meu orgulho, eu preciso de Deus!
Transcrição e áudio: Caio Rigotti
Fotos: Natalino Ueda
Pregação: Bendita Virgem do Calvário
Pe. Roberto Lettieri
11/10/2008 – 16h30
Falar da Virgem sempre nos traz uma alegria profunda ao coração. Poder colocar em nossos lábios o que a Igreja nos ensina e recebeu do Senhor, dando-nos o coração da Virgem. No Evangelho de hoje, Maria recebe um grande elogio, onde o seu ventre e o seu seio são chamados como pessoas. Quando aquela mulher diz: “Feliz o ventre que te trouxe e os seios que te amamentaram”.
Na Virgem tudo é único, tudo é bendito, tudo é bem aventurado. A mulher grita na multidão por causa de Jesus: “Feliz os seios que te amamentaram, bendito o ventre que te trouxe!”, a Virgem tem que ser tratada assim, pois tudo nela é belo, tudo nela é bendito.
A Virgem tem seu seio e seu ventre bem aventurados, pois o único ventre que pode ser chamado de “feliz” é o dela. Há uma ligação tremenda entre o ventre e o seio: o ventre é onde nove meses o Verbo de Deus foi gerado, Ele foi gerado, não criado. É o ventre feliz, que contém a Hóstia Santa. E o Senhor vem à vida para ser amamentado. Aquela mulher tinha que ter gritado mesmo, pois somente o Senhor pôde pôr sua boca naquele seio e foi amamentado.
A mulher viu o que o Senhor estava fazendo, os milagres, as maravilhas e por isso possuída pelo Espírito Santo grita: “Feliz este ventre”. Ó Virgem que nos dá um santo orgulho! Tu és a catedral mais bela, tu és santa! E essa mesma Virgem vai ser levada pelo Espírito ao Calvário, e a Igreja diz que o que o Senhor Jesus sofria na carne, ela sofria na alma.
Quem teria coragem de gritar no momento do Calvário, senão aquela mulher? Eu quero ver se no momento do calvário em sua vida você teria coragem de gritar como esta mulher gritou, pois mesmo com o Senhor na cruz, sendo tão maltratado, ela foi capaz de gritar. Toda mãe sabe que o sangue de seu filho é parte dela, quanto mais Jesus que só veio de Maria. O Senhor é muito parecido com sua mãe, pois Ele tudo dela recebeu.
E ao ver o Sangue de seu filho sendo derramado no Calvário, a Virgem olhando para si mesmo e para seu filho no estado de inocência e sacrifício, sabia que ali também estava parte do seu leite materno. A Virgem poderia até gritar: “filho o que corre de ti também tem minha parte”. Nós não podemos tirar nunca a Virgem Maria da nossas vidas, não podemos negligenciar aquilo que ela é para a Igreja.
Ó ventre imaculado e bendito! Senhor Jesus, Tu saístes da Virgem! É claro que temos que manter na nossa alma os mistérios da Virgem, por isso lá no coração, na nossa alma, nós não admitimos que a Virgem não é virgem. Quando nós comungamos na Missa também temos contato com a maternidade tão bonita, tão bela.
Aos pés da cruz Maria vê o sangue do seu Filho, o mesmo da Santa Missa, este mesmo sangue a Virgem viu descer do corpo de Deus, do seu Filho. Ninguém pode tirar de Maria a maternidade divina que ela recebeu, nem satanás, nem ninguém! A Virgem teve seu seio tingido pelo Sangue do Senhor ao tirá-Lo da cruz.
Vocês mulheres precisam aprender a ter o silêncio da Virgem, o silêncio que guarda vidas, que salva. Bendita seja a grande mãe de Deus! Bendito o ventre que te trouxe e os seios que te amamentaram. A ela nosso louvor e exaltação!
Transcrição e adptação: Flávio Costa
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